Futuro pode ter países apenas com solteiros, temem analistas

RETIRADO DO BLOG do sr. Luis Nassif

-x-x-x-x-x-x-x-

Por Daniel Miyagi
Do Terra

Futuro pode ter países apenas com solteiros, temem analistas

26 de outubro de 2011 • 10h51 • atualizado às 11h24

Num momento em que a população cruza a barreira dos sete bilhões de habitantes, os especialistas temem que o desequilíbrio de sexos favoreça o surgimento de países inteiros de solteiros em busca de uma esposa. As consequências exatas do que o demógrafo francês Christophe Guilmoto denomina uma “masculinização alarmante” em países como a Índia ou a China devido aos abortos seletivos são ainda incertas.

Analistas acreditam, no entanto, que em 50 anos a escassez de mulheres terá um impacto na sociedade similar ao do aquecimento do clima, um fenômeno invisível, mas bem real. Por trás dessas advertências se escondem estatísticas irrefutáveis. A natureza oferece cifras invariáveis: nascem entre 104 e 106 meninos para cada 100 meninas, e a menor modificação desta proporção só pode ser explicada por fatores anormais.

Na Índia e no Vietnã, a cifra é de cerca de 112 meninos por 100 meninas. Na China, a proporção se eleva a quase 120 por 100, quando não é de 130 meninos por 100 meninas em algumas regiões.

Continuar lendo

Somos todos Cyborgues

RETIRADO DO SÍTIO da Folha de São Paulo

-x-x-x-x-x-x-x-x-

Somos todos ciborgues“, diz filósofa digital
DIÓGENES MUNIZ – ENVIADO ESPECIAL A HANNOVER

Como boa parte daquilo que bomba na web na velocidade da luz, Amber Case é jovem (tem 24 anos) e se apresenta com um trabalho potente, porém embrionário (o primeiro livro dela deve sair ainda neste ano).

Na revista “Fast Company”, uma das publicações sobre inovação e tecnologia mais respeitadas, a jovem foi descrita como “nativa digital do futuro que viajou de volta no tempo para nos ajudar a descobrir como pensar”.

Suas palestras foram dadas, por exemplo, ao ciclo de conferência TED (Technology Entertainment and Design) ou ao prestigioso Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT. Nelas, Case prega que a tecnologia humaniza ao mesmo tempo em que nos dá status de ciborgues.

“Não somos como Robocop ou o Exterminador do Futuro”, diz, “mas somos ciborgues toda vez que olhamos para uma tela de computador ou quando usamos os dispositivos dos nossos celulares”.

Somos ciborgues “mentais”, portanto. Em vez de usarmos pernas robóticas, temos supercelulares, extensões da nossa capacidade de ouvir e se locomover.

Afinal, se precisarmos ficar frente a frente com alguém que está do outro lado do mundo, basta pegar um iPhone e acessar o dispositivo de teleconferências FaceTime. É o equivalente, diz Case, a uma viagem no tempo e no espaço.

A maioria das pessoas não enxerga o tamanho da mudança comportamental que isto traz, segundo a jovem filósofa, porque os itens tecnológicos estão cada vez mais orgânicos. Leia aqui a entrevista completa com Case.

O vídeo contém legendas em português, bastando clicar em ‘subtitle’ e escolhendo o idioma apropriado.