Massacre no cinema

RETIRADO DO SITE Brasil de Fato

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Somos animais de carne e osso com uma trágica consciência da dor, da maldade, da morte

Braulio Tavares*

Muita gente não tem a menor ideia de como um filme de longa-metragem é feito. Não sabe, e não se interessa em saber. Deve achar que é como filme de aniversário de criança: organiza-se a festa, chama-se o rapaz com a câmera, e no outro dia o filme está pronto pra passar. Não é assim. É um trabalho insano e cansativo, que envolve às vezes anos de preparação, meses e meses de execução, e no final deixa centenas de pessoas esgotadas de tanto esforço. E custa (geralmente) milhões de dólares – sempre com a expectativa de render bem mais.

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O que substituirá as Polícias Militares?

RETIRADO DO SITE da Carta Capital

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O que substituirá as Polícias Militares?

por Danillo Ferreira*

Não é vocação das polícias brasileiras serem cidadãs, democráticas, comunitárias e humanas: com seu público interno ou com seu público externo, sujeito dos seus serviços. Basta ler a Constituição Federal para se dar conta de que os policiais militares, por exemplo, não podem se sindicalizar, sendo legalmente tratados como semicidadãos, embora sejam cobrados como vetores de cidadania. O Código Penal Militar (1969), a que todos os PMs e BMs brasileiros estão submetidos, foi decretado por ministros militares “usando das atribuições” conferidas pelo famigerado Ato Institucional nº 5, o AI-5.

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Opinião sobre a Geração Y

RETIRADO DO FACEBOOK de Juliana Szabluk

Eterna viajante entre o mundo da geração X e Y, não consigo mais suportar a repetição das Gerações Silenciosa, Baby Boomers e X de que os jovens estão cada vez mais preguiçosos para a leitura, cada vez mais rasos em seus vídeos, frases de efeito e compartilhamento infinito de clichês entre aspas.

“Os especialistas” escrevem em seus laudos médicos e manchetes de jornais que os jovens atuais são a Geração Perdida, a Geração da Crise de Significado e prosseguem com as aulas enfadonhas e com a luta pelos conceitos decorados e cobrados ipsis litteris em provas inúteis.

E era isso. Desculpa, meu jovem.
Que ironia!

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