Apresentação dos princípios do direito da guerra e dos fragmentos sobre a guerra de Rousseau

RETIRADO DO site SciELO – Revista Trans/Form/Ação

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Apresentação dos princípios do direito da guerra e dos fragmentos sobre a guerra de Rousseau (PDF)
Evaldo Becker*
Departamento de Filosofia da UFS

Não há como falar dos Princípios do Direito da Guerra de Rousseau sem falar em seu projeto maior, da obra que coroaria sua carreira de escritor político. Trata-se obviamente do projeto das Instituições Políticas, imaginado por Rousseau durante o período em que trabalhou como secretário da Embaixada da França em Veneza, entre os anos de 1743-1744. Os Princípios do Direito da Guerra integrariam a segunda parte das Instituições Políticas, aquela que trataria do direito das gentes, do comércio, do direito da guerra e das conquistas etc. Entretanto, esse projeto, que deveria “selar a carreira do autor”, após anos de meditação acabou sendo abandonado. Conforme seu relato apresentado nas Confissões, “após ter trabalhado cinco ou seis anos a obra em questão não estava nada adiantada”,1 fato que o leva a abandoná-la no ano de 1759.2

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Os sem-história, por Noam Chomsky

RETIRADO DO site Vi o Mundo

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Por Noam Chomsky
Link Original: Truthout
Tradução: Heloisa Villela 

ANIVERSÁRIO DOS “SEM-HISTÓRIA”

Por Noam Chomsky

“George Orwell cunhou o termo “não-pessoa”, muito útil para as criaturas que têm suas existências negadas porque não toleram a doutrina do Estado. Podemos somar o termo “sem-história” para nos referir às “não-pessoas” expurgadas da história em bases semelhantes.

A falta de história das “não-pessoas” ganha destaque nos aniversários de morte. Os importantes são, normalmente, comemorados com solenidade quando é apropriado: Pearl Harbor, por exemplo. Alguns não são, e podemos aprender muito sobre nós mesmos retirando-os da lista dos “sem-história”.

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