“Na América Latina, monopólios midiáticos substituem partidos de direita”

RETIRADO DO SITE Brasil de Fato

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Em entrevista, o cientista político argentino afirma que, em praticamente todos os países da região, os conglomerados midiáticos converteram-se em “operadores políticos” – 25/10/2012

 Fernando Arellano Ortíz, do Cronicon.net – Tradução: Adital

O cientista político argentino Atilio A. Boron Foto: Ramiro Furquim/Sul21

“Não há erro: os meios de comunicação simplesmente são grandes conglomerados empresariais que têm interesses econômicos e políticos. Na América Latina, os monopólios midiáticos têm um poder fenomenal que vêm cumprindo na função de substituir os partidos políticos de direita que caíram em descrédito e que não têm capacidade de chamar a atenção nem a vontade dos setores conservadores da sociedade”. Assim o politólogo e cientista social argentino Atilio Boron caracteriza a denominada canalha midiática.

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Outros valores, além do frenesi de consumo

RETIRADO DO SITE Outras Palavras

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Outros valores, além do frenesi de consumo


Eduardo Viveiros de Castro dispara: iludido por noção ultrapasada de progresso, Brasil pode desperdiçar oportunidade única de propor novo modelo civilizatório

Entrevista a Júlia Magalhães

É preciso insistir no fato de que é possível ser feliz sem o frenesi de consumo que a mídia nos impõe”, reafirma o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, à jornalista Júlia Magalhães. Para ele, assim como para Fernando Meirelles e Ricardo Abramovay – primeiros entrevistados da sério Outra Política – a felicidade pode ter outros caminhos. O novo diálogo é parte da série que o Instituto Ideafix produziu por encomenda do IDS (Instuto Democracia e Sustentabilidade), e que o site publica na seção especial “Outra Política“.

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Eduardo Galeano lança novo livro e afirma: “Fomos treinados para ter medo de tudo”

 

RETIRADO DO SITE Pragmatismo Político

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Eduardo Galeano lança novo livro e afirma: “Fomos treinados para ter medo de tudo”

Postado em: 3 abr 2012 às 9:40

A cada dia, nasce uma história em “Os filhos dos dias”, novo livro do escritor uruguaio. São 366 textos que, segundo Galeano, são histórias de invisíveis que merecem ser contadas. Confira a entrevista

eduardo galeano literatura aborto

Publicado por Brasil de Fato, original de La Republica

Por que este título: Os filhos dos dias?

Segundo os maias, nós somos filhos dos dias, ou seja, o tempo é que estabelece o espaço. O tempo é nosso pai e nossa mãe e, como somos filhos dos dias, o mais natural é que a cada dia nasça uma história. Somos feitos de átomos, mas também de histórias.

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Consciência em determinados animais

IMPORTANTE: O TEXTO A SEGUIR FOI RETIRADO DO SITE DA REVISTA VEJA (clique aqui) E POSTADO NO GRUPO DE FILOSOFIA DOS DISCENTES DA UNIRIO. OS COMENTÁRIOS APÓS O TEXTO REFLETE A NOSSA POSTURA COMO FUTUROS PENSADORES. O QUE SE PROPÔS DEBATER FOI ATÉ ONDE OS CIENTISTAS ESTÃO CORRETOS AO LIDAR COM O TEMA DA CONSCIÊNCIA. Em nenhum momento queremos ou procuramos ofender os animais e/ou seus defensores. Tampouco, no próprio debate, questionou-se a ‘eticidade’ em alimentar-se deles ou não. Esse é um outro momento, que surge como consequência natural. Isso dito, vamos ao texto da revista:

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Entrevista com Guimarães Rosa

RETIRADO DO SITE Tiro de Letra

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Entrevista conduzida por Günter Lorenz no Congresso de Escritores Latino-Americanos, em janeiro de 1965 e publicada em seu livro: Diálogo com a América Latina. São Paulo: E.P.U., 1973.

Comentário do blog: o texto original foi convertido para um arquivo PDF contendo 21 páginas. Clique aqui. Abaixo vão algumas passagens interessantes.

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Entrevista com Peter Greenaway

TEXTO RETIRADO DE Revista Veja

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“O cinema de hoje é insatisfatório e bobo”, ataca Peter Greenaway
Diretor britânico esteve no Brasil para participar do ciclo de palestras Fronteiras do Pensamento, nesta terça-feira

Carol Nogueira

O cineasta Peter Greenaway, que veio ao Brasil para palestra

O cineasta Peter Greenaway, que veio ao Brasil para palestra (Divulgação)

O cineasta britânico Peter Greenaway sempre fez questão de perturbar seu interlocutor, seja em filmes como O Livro de Cabeceira e O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante, seu longa mais bem sucedido, seja em entrevistas e palestras como a que deu no ciclo Fronteiras do Pensamento, na noite desta terça-feira, em São Paulo. Há anos, o diretor afirma que “o cinema está morto” e tenta propor meios diferentes de produzir filmes. Para ele, o formato atual está desgastado. “Nossos olhos estão constantemente se movendo pelo ambiente, não vemos o mundo em uma moldura, então, por que o cinema tem de ser assim? Esse formato limita a experiência humana”, disse o cineasta ao site de VEJA.

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