I Simpósio Internacional de Filosofia Pop

CHAMADA de TRABALHOS – (comunicações e performances)
Baixe aqui o PDF – Veja o evento no Facebook

I Simpósio Internacional de Filosofia Pop

Tema: Corpos, Imagens e Culturas Híbridas
Data: 07 a 09 de maio de 2014
Local: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Campus Praia Vermelha / UNIRIO.

Subtemas:

01. Corpo. a. Erotismo e pornografia b. Sexualidade e gênero c. Saúde e tecnologias do corpo

02. Filosofia e Cultura Brasileira. a. Teorias do Brasil b. Futebol c. Carnaval

03. Filosofia e Culturas Afro-Ameríndias. a. Relação cultura oral e cultura escrita b. Colonização e descolonização cultural c. Natureza e tecnocultura

04. Espetáculo e Imagem na Contemporaneidade a. As novas tecnologias da imagem e seus efeitos b. A política como espetáculo

05. Cotidianidade, Mídia e Cultura de Massa a. Cidade e periferia b. Televisão e rádio

06. Filosofia e Artes na Contemporaneidade a. Cinema e fotografia b. Dança, teatro e performance, c. Literatura e Poesia d. Arquitetura, artes visuais e grafite e. Videogame e quadrinhos

07. Ética e Política a. Novas e antigas formas de agir ético e político b. Artivismos políticos. c. Minorias e novas subjetividades d. Civilização, cultura e niilismo

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Bate papo com os graduandos

Hércules X. F. e Uriel Nascimento são graduandos em filosofia pela UniRio. Download do texto abaixo pode ser feito aqui.

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Hércules Xavier Ferreira: Uriel, bom dia. Diga-me suas observações acerca de Carl Jung, sobre o que ele escreveu etc. O que sabe sobre?

Uriel Nascimento: Ah… Esse misticismo pseudo científico.

HXF: Por aí já podemos ter uma boa ideia de suas críticas…

UN: Um ou outro bom insight, quando ele decide ser freudiano.

HXF: “Freud curtiu isso”

UN: Mas fora isso, tudo que ele escreve só serve a um público de terapias alternativas e coisas assim. Um estudo holístico que mais serve para manter resistências psíquicas e coisas do tipo do que pra descobrir algo. Como, por exemplo, a psicologia transpessoal, que é uma série de blábláblás.

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CEM ANOS DE CAMUS

MAIS INFORMAÇÔES: www.camus100.blogspot.com

camusflyer

Todas as palestras serão no Auditório PPGI (Auditório pequeno do CCET) – Térreo do Prédio do CCET
Av. Pasteur, 458 – Praia Vermelha – Urca

4 de novembro de 2013

17h45 – Apresentação geral do Evento 100 anos de Albert Camus

18h00 –  “De guerra em guerra. A situação filosófica e literária na França entre 1944 e 1962: Camus, Sartre, Céline”.
Baptiste Noël Auguste Grasset (UNIRIO)
Mediadores: Ericka Itokazu e Andréa Bieri

19h15 –  “Albert Camus: A Revolta e a Política contemporânea”
Georgia Amitrano (UFU)
Mediadores:  Baptiste Grasset e Rossano Peccoraro

20h30 – “Albert Camus e o desafio do absurdo”.
Ronaldo Lima Lins (UFRJ)
Mediadores: Georgia Amitrano e Nilton dos Anjos

5 de novembro de 2013

18h00 – “Engenheiros do Hawaii e Albert Camus: um absurdo como outro qualquer”.
Marcos Carvalho Lopes
Mediadores: Baptiste Grasset e Nilton dos Anjos

18h45 –  “Suicídio, Revolta, Poder: ecos camusianos na era bio-digital”.
Rossano Peccoraro (UNIRIO)
Mediadores: Marcos Lopes e Nílton dos Anjos

19h30: Intervalo.

19h45 –  “Entre o absurdo e a revolta, há lugar para a mentira?”
Andrea Bieri (UNIRIO)
Mediadores: Baptiste Grasset e Marcos Lopes

20h45-  “Compreensão mítica: a poética da queda em Camus.”
Franklin Leopoldo e Silva (USP e UFSCAR)
Mediadores: Andréa Bieri e Baptiste Grasset

Artigo: A não subjetividade contemporânea pt 1

A não subjetividade contemporânea
Uriel Nascimento – UniRio

Download em .docx aqui

Parece-me existir a ideia de que, num dado momento, o limite, a borra mesmo que separa uma subjetividade existente de uma que não existe pareceu se quebrar, fragmentar-se.  Por subjetividade existente e inexistente entendo aqui o movimento que leva o sujeito mesmo a existir no sentido de suporte do qual tudo pode derivar. Se pensarmos, por exemplo, em Descartes no Discurso, o núcleo irredutível da autorreferência (Eu) alcançado pela dúvida só pode sê-lo porque é limitado. Existe um limite máximo que é a dúvida, sendo qualquer tentativa de duvidar da dúvida taxada com absurda porque duvidar apenas confirma que se duvida de algo.

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Ciência sem… cientistas? A profissão no Brasil

RETIRADO DO BLOG de Agência Gestão CT&I

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Escrito por Camila Cotta

Para Suzana Herculano-Houzel, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos DeputadosNos últimos anos, o Brasil vem acumulando bons resultados em rankings de produção científica. No último levantamento feito pela consultoria Thomson Reuter, entre 2007 e 2011, o País correspondeu a 2,6% da produção científica global. No entanto, esses artigos, que ultrapassam a barreira das 25 mil publicações por ano, não são feitos por cientista e sim por professores.

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A ESQUERDA E O MOVIMENTO DAS PASSAGENS

Texto retirado do blog lauroroch

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“Não se trata de saber qual objetivo este ou aquele proletário, ou mesmo o proletariado todo, imagina momentaneamente. Trata-se de saber o que ele é e o que, em conformidade com esse ser, ele será coagido históricamente a fazer. Seu objetivo e sua ação histórica estão trançados, de maneira tangível e irrevogável, na sua própria situação, bem como em toda organização da sociedade civil atual”.
Karl Marx

“A humanidade só tem que felicitar-se, quando um pensamento de revolta passa pelo cérebro dos oprimidos”
Raul Pompéia

EM UMA SEMANA, UM SÉCULO DE ATRASO

No 18 de Brumário de Bonaparte, Marx comenta a passagem de Hegel que diz que todos os grandes fatos e todos os grandes personagens da história mundial são encenados duas vezes, porém o Mouro preenche a lacuna ao afirmar que a primeira vez vem como tragédia, a segunda como farsa. E se a tradição de todas as gerações passadas é mesmo “como um pesadelo que comprime o cérebro dos vivos”, é aí que “justamente quando parecem estar empenhados em transformar a si mesmo e as coisas, em criar algo nunca antes visto, exatamente nessas épocas de crise revolucionária, eles conjuram temerosamente a ajuda dos espíritos do passado”1.

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